O Conquistador
1 º Livro da Dinastia Warenne
A Dinastia Warenne sempre me chamou a atenção, mas como gosto de começar as séries pelo ponto de partida original, precisava criar ânimo e começar essa saga lendo O Conquistador. Fiquei com esse livro jogado por aqui mais de seis meses, passava os olhos na sinopse e tinha vontade de ler, mas me lembrava dos fortes comentários de quem já leu e ficava insegura. O livro foi considerado inapropriado para corações fracos, para quem espera historinhas leves de romances “água com açúcar”. E ao ler as primeiras páginas comecei a entender o porquê desses avisos.
As disputas por terras da Normandia sempre são retratadas com a brutalidade que a época regia, entretanto, apesar de ter lido muitas obras sobre o tema, Warenne foi, sem sombra de dúvidas, o que mais explorou essa brutalidade.
Nesta obra somos arrebatados para o estreito limiar do lado bom e mau do homem. Há um rei que peleja por manter-se no trono sem considerar quem derruba pelo caminho. Há seus súditos que seguem cegamente suas ordens e há os rebeldes que lutam por seus ideais.
Nossa história começa com um súdito arrasando um vilarejo a mando do rei. Ele não tem piedade, mata os considerados traidores, queima suas cabanas e persegue camponesas. Uma em especial desperta seu interesse. Ele está a ponto de violenta-la quando é impedido ao revelarem sua real identidade. A moça é nada mais, nada menos que Lady Alice, sua prometida.
Desde então, apesar de não ter sido forçada, ela passa a odiá-lo e ele a deseja-la cada vez mais além da loucura.
Atados, eles vão até o feudo designado pelo rei para o guerreiro. Feliz por suas novas posses (terras abundantes e noiva que lhe ferve o sangue), Rolfe nem imagina que seu mundo virará de cabeça para baixo ao descobrir que foi enganado.
Com medo de ser atacada pela luxuria do normando, Ceidre não vê outra saída a não ser fingir ser a meia irmã Alice, mas sua segurança está com os minutos contados e quando tudo vier à tona, ela estará enrascada.
Parece um enredo corrente, verdade?
Mas o decorrer da história é, no mínimo, arrepiante.
Vemos o mocinho se casar com a vilã e forçar a mocinha a se casar com outro, além de persegui-la e humilha-la. Ele chega a entrega-la diante o rei por traição. Parece um absurdo, mas ele faz tudo isso dividido entre o dever e o inesperado sentimento de comoção. Aos poucos ele vai assimilando a forte luxuria por algo mais intenso. As cenas de intimidade entre ele e as mulheres de sua vida são detalhadas e um pouco desconcertantes, mas a descoberta do amor e carinho por Ceidre é emocionante.
Ele é um típico Normando bruto e ela uma coitada que só quer ser querida pela família e seu povo. Ceidre comete erros monumentais ao confiar demais nos outros, mas é ousada e forte diante as atrocidades que passa.
Odiei com todo meu coração Lady Alice e sua maldade. Teve um momento em que lia as páginas balançando a cabeça incrédula e correndo com a leitura só para ver quando Rolfe repararia seus erros ou Alice pagaria por seus atos.
Demorou, mas o desfecho faz jus ao livro e garantiu meu interesse para a continuação da série ;)
Brenda Joyce
Sinopse:
Sinopse:
O conquistador chegou para dominar e possuir...
Como um deus pagão, Rolfe o Implacável cavalgou dentro do castelo Aelfgar para reclamá-lo como seu prêmio e Lady Alice como sua prometida.
Um homem entre a lealdade ao seu rei e a loucura do amor...
Premiado por sua coragem na França, Rolfe era um odiado inimigo na Inglaterra. Uma vez estabelecido em seu novo domínio, Rolfe se determinou a domar a beleza saxã Ceidre, a irmã ilegítima de Alice, cujo espírito e sensualidade o fizeram arriscar-se à traição para tê-la – e não Lady Alice — em sua cama...
Uma mulher entre a lealdade familiar e a loucura do amor...
Misteriosa e sedutora, Ceidre não era uma dama da nobreza a não ser uma espiã que apóia fielmente a rebelião de seus dois meios irmãos. Recusando—se a dobrar—se ante o novo Conquistador que despertou nela uma paixão proibida, Ceidre se verá envolta em uma relação perigosa atada ao destino da Inglaterra e de seus reis. E ela terá que lutar para não render—se ao Conquistador e para não trair a sua família.
Intenso, chocante e irresistível.
A Dinastia Warenne sempre me chamou a atenção, mas como gosto de começar as séries pelo ponto de partida original, precisava criar ânimo e começar essa saga lendo O Conquistador. Fiquei com esse livro jogado por aqui mais de seis meses, passava os olhos na sinopse e tinha vontade de ler, mas me lembrava dos fortes comentários de quem já leu e ficava insegura. O livro foi considerado inapropriado para corações fracos, para quem espera historinhas leves de romances “água com açúcar”. E ao ler as primeiras páginas comecei a entender o porquê desses avisos.
As disputas por terras da Normandia sempre são retratadas com a brutalidade que a época regia, entretanto, apesar de ter lido muitas obras sobre o tema, Warenne foi, sem sombra de dúvidas, o que mais explorou essa brutalidade.
Nesta obra somos arrebatados para o estreito limiar do lado bom e mau do homem. Há um rei que peleja por manter-se no trono sem considerar quem derruba pelo caminho. Há seus súditos que seguem cegamente suas ordens e há os rebeldes que lutam por seus ideais.
Nossa história começa com um súdito arrasando um vilarejo a mando do rei. Ele não tem piedade, mata os considerados traidores, queima suas cabanas e persegue camponesas. Uma em especial desperta seu interesse. Ele está a ponto de violenta-la quando é impedido ao revelarem sua real identidade. A moça é nada mais, nada menos que Lady Alice, sua prometida.
Desde então, apesar de não ter sido forçada, ela passa a odiá-lo e ele a deseja-la cada vez mais além da loucura.
Atados, eles vão até o feudo designado pelo rei para o guerreiro. Feliz por suas novas posses (terras abundantes e noiva que lhe ferve o sangue), Rolfe nem imagina que seu mundo virará de cabeça para baixo ao descobrir que foi enganado.
Com medo de ser atacada pela luxuria do normando, Ceidre não vê outra saída a não ser fingir ser a meia irmã Alice, mas sua segurança está com os minutos contados e quando tudo vier à tona, ela estará enrascada.
Parece um enredo corrente, verdade?
Mas o decorrer da história é, no mínimo, arrepiante.
Vemos o mocinho se casar com a vilã e forçar a mocinha a se casar com outro, além de persegui-la e humilha-la. Ele chega a entrega-la diante o rei por traição. Parece um absurdo, mas ele faz tudo isso dividido entre o dever e o inesperado sentimento de comoção. Aos poucos ele vai assimilando a forte luxuria por algo mais intenso. As cenas de intimidade entre ele e as mulheres de sua vida são detalhadas e um pouco desconcertantes, mas a descoberta do amor e carinho por Ceidre é emocionante.
Ele é um típico Normando bruto e ela uma coitada que só quer ser querida pela família e seu povo. Ceidre comete erros monumentais ao confiar demais nos outros, mas é ousada e forte diante as atrocidades que passa.
Odiei com todo meu coração Lady Alice e sua maldade. Teve um momento em que lia as páginas balançando a cabeça incrédula e correndo com a leitura só para ver quando Rolfe repararia seus erros ou Alice pagaria por seus atos.
Demorou, mas o desfecho faz jus ao livro e garantiu meu interesse para a continuação da série ;)
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Bem eu não me interessei pelo livro nem gostei da capa mas quem sabe um dia eu leia né, ah eu achei muito boa sua revolta escrita 'Teve um momento em que lia as páginas balançando a cabeça incrédula' já fiz isso varias vezes correndo a leitura pra ver o que vai acontecer ah até já gritei com o livro rsrs
ResponderExcluirbjos
A história parece ser legal, eu curto essas coisas de reis e rainhas. A capa não me agradou muito não :S
ResponderExcluirUm dia gostaria de ler.
Não me interessei pela série, não sei, talvez por que achei o enredo meio louco desses rei e rainha. Estranho... é, achei estranho :S
ResponderExcluirNão conhecia o livro então, não li comentários e comentários assim como você. Mesmo gostando de sua resenha e entendido bem tudo o que você quis passar sobre a história não me interessei muito pelo livro. Acredito que seja uma boa leitura, só não é meu gosto.
ResponderExcluirQue mocinho mais ogro!!!
ResponderExcluirNão curto muito romance de época e esse não me chamou a atenção. Conheço a série mas até agora não senti vontade de ler.
Ele não é muito ogro não? Fiquei com a sensação de que ele é um rsrs sou avessa a cenas de violência (E vc nem fala delas na resenha e minha cabecinha acha que tem kkkkkkkkkkkkkkk) deve ser a personalidade dele que me traz esse pensamento, gostei de ter conhecido ^^
ResponderExcluirBeijos
www.passaporteliterario.com
ai que incrivel, a capa desse livro já me ganhou, incrivel demais
ResponderExcluirNossa, pela sua resenha o livro realmente parece garantir fortes emoções, e realmente não parece ser um livro para os fracos.
ResponderExcluirAinda não conhecia essa série, mas confesso que fiquei curiosa, principalmente porque você disse que o final faz juz a história com todos tendo consequencias pelo que fizeram.
Bjok
Eu não gostei da capa do livro, mas a historia parece ser bem interessante, só que não me senti muito empolgada em ler ao livro.
ResponderExcluirAcheii o livro muito bom...adorei,só que sofri junto com os personagens até com Elizabeth todos eles sofreram muito.Lindo!Adorei vou ler todos.
ResponderExcluirLivro lindo!! Sofri junto com os personagens até com Elizabeth. Se gostam desse tipo de romance leiam não vão se arrepender
ResponderExcluirVou ler com certeza! Sempre procuro livros assim, intensos! Muitas pessoas criticam mocinhos ogros, mas eu os adoro... Acho lindo quando, mesmo indo contra seus instintos, se rendem ao amor! Esse parece ser bem esse estilo, então bem provável q eu adore! Rsrs Até concordo com quem não gosta, afinal algumas cenas de livros assim são bem fortes, mas isso q deixa tudo emocionante, afinal não é a realidade e confesso q fico com frio na barriga quando acontece uma cena selvagem, só pra depois o mocinho se render e arrepender! Repetindo, gosto dessas coisas na ficção, Pq sempre tem um final feliz,na realidade não tem graça alguma homens ogros! Minha próxima leitura sem dúvida... Obrigada pela dica!
ResponderExcluirMinha próxima leitura com certeza! Adoro livros nesse estilo e apesar das críticas eu amo mocinho ogro, adoro cenas onde o mocinho faz maldade si pra se arrepender depois e se render ao amor... É muito emocionante! Porém homens ogros são meus queridinhos na ficção, na realidade não tem m graça alguma... Afinal nos livros sempre tem um final feliz! Obrigada pela dica... Amei!
ResponderExcluirmuito bom...forte/realista, apaixonante, comovente.
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